segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sem promessas...


Este ano eu não farei promessas, pois todas que fiz para 2009, eu não consegui cumprir nenhuma, então o que eu vou fazer é desejar a mim e a todos muitas pedaladas pelo ano todo, muita saúde, muito sucesso, muito tudo! Pois todos nós merecemos!

Apenas vou deixar a vida me levar...

Feliz 2010 para todos!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Pedalar pouco, sim... desistir? JAMAIS!

Hoje o dia tava meio nublado, mas como já não pude pedalar na semana passada por conta da chuva, lá fui eu assim mesmo, rumo à ciclofaixa e depois uma paradinha obrigatória no parque Ibirapuera para meditar sobre a vida.
Infelizmente eu não tenho pedalado tanto quanto eu gostaria, aliás, acho até que menos demais do que eu esperava para 2009, mas fico feliz que não parei de pedalar, e nem pretendo parar, porque isso me faz um bem danado. E quando algo nos faz bem, a gente não deve abandonar, não é mesmo?
Enfim, dei uma volta básica de 30km e até vi alguns marronzinhos de bike na ciclofaixa, pena que não deu tempo de parar para tirar uma foto deles, pois estava até engraçado vê-los com aqueles macacões horríveis na cor marrom pedalando...hehehehe.
É a cidade de São Paulo não pára de crescer, e tenho notado que muitas pessoas estão escolhendo a bike como meio de transporte. Só falta umas coisinhas: mais ciclovias, mais respeito por parte de motoristas e pedestres, e que as empresas estimulem o uso da bike criando banheiros para tomar um banho quando chegar no serviço, porque ô cidade cheia de subida, sô... sem tomar um banho, não há quem aguente, não é mesmo?

Um bom domingo para todos e muitas pedaladas por aí.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Este fim de semana nao teve pedal...

...pois estava chovendo de manha.
Eu gosto de pedalar pela manha, e como choveu a noite toda e durante a manha, acabei ficando em casa, e curti meu domingo de outra forma: eu mesma fiz meus pés e minhas maos e depois fui ao shopping para comprar roupas com a minha mae. Acabei gastando um bocado...hehehe.
Enfim... semana que vem tem pedal beneficente com o pessoal do Olavo Bikers, e pretendo ir.
Entao, até semana que vem.
Beijos

OBS: eu estou usando um computador com teclado em espanho e NAO SEI ONDE FICA O TIL...hehehehe.

domingo, 22 de novembro de 2009

Quase um ano depois...


...eu troquei o pneu da minha bike pela segunda vez! Uia!
Eu já estava pronta para sair de casa e quando peguei a bike, notei que o pneu da frente (pra variar) estava murcho. Bom, eu não ia deixar de pedalar, e lá fui eu relembrar como é que se faz para trocar o pneu. Demorei 30 minutos para trocá-lo...hehehehe, mas troquei e fui pedalar, sozinha!

Quando estava na av. Faria Lima, percebi que o pessoal da CET estava cuidando da ciclofaixa novamente. Umas duas semanas atrás, a ciclofaixa estava completamente abandonada, e pra variar, nenhum carro respeitava a sinalização. Fiquei muito feliz em saber que hoje, pelo menos, tinha alguém tomando conta.


Parei no parque Ibirapuera para admirar a paisagem. Adoro ficar perto da natureza, ouvir os pássaros, ver as pessoas circulando, estas coisas... Depois dei rumo de volta para casa, num pedal tranquilo, sem pressa, só curtindo o passeio.

O fim de semana foi mesmo muito bom.

Beijos.

Faça um lixo feliz: jogue lixo, no lixo!

sábado, 21 de novembro de 2009

Indo para Embu das Artes

Saí de casa às 7h da manhã para me encontrar com o meu novo amigo, Toninho, em frente ao shopping Raposo Tavares. E às 7h30 demos rumo ao nosso pedal até Embu da Artes.
O tempo estava meio estranho e até começou a garoar, mas não desistimos e fomos assim mesmo.
Foram uns 15km de ida, passando por Taboão da Serra e Rodovia Régis Bittencourt. Paradas para tirar fotos e enquanto isso, o céu foi se abrindo.
Chegamos em Embu lá pelas 8h30 ou um pouco mais, não lembro. Paramos para tomar um refrigerante e eu, para comer um coxinha, que diga-se de passagem, estava horrível...mas eu tava morrendo de fome...hehehe, comi mesmo assim.
Depois fomos dar uma voltinha pelo centro principal de Embu para vermos as barraquinhas de artigos artesanais e doces, claro. (risos).
Saímos de Embu por volta das 10h30, e o sol já estava aparecendo e estava bem forte. Na volta tínhamos que enfrentar um subidona naquele sol infernal e resolvemos parar para respirar um pouco embaixo de um pouco de sombra que nós encontramos.
Chegando em sampa, fomos até a bicicletaria onde costumo deixar a minha baixa para conserto ou revisão, para que o mecânico arrumasse o câmbio da minha bike, pois ela estava com as marchas totalmente desreguladas.
Só sei que saí de lá por volta das 13h, com um sol de rachar o côco...e ainda tive enfrentar outra subida para chegar em casa. Afe! Como eu estou fora de forma. Fiquei tão cansada, que eu passei o resto do dia deitada no sofá e assistindo televisão...
Ai que saudade do tempo que eu pedalava quase todos os dias...
Adorei o pedal, a companhia, tudo...foi muito bom!

domingo, 15 de novembro de 2009

Indo e voltando, mas nunca desistindo...

Pois é, faz algum tempo que não apareço por aqui, afinal eu só tenho pedalado pela cidade e não tenho muito o que contar, aí vai dar aquela impressão de você estar lendo sempre a mesma coisa...hohoho.

Mas hoje fui pedalar com o CAB para celebrarmos a Proclamação da República, e por um triz o pedal poderia ser cancelado, pois faltando alguns minutos para sairmos, começou a cair uma chuva um pouco forte, e todos nós corremos para o estacionamento do supermercado Extra nos proteger da chuva. mas não demorou muito, a chuva passou e demos rumo a aproximadamente 20km de pedal.

Foi bem tranquilo e gostoso. Até fiz um novo amigo. Acho que vamos fazer outros pedais juntos...uia! Vai ser legal!

Não ganhei nada nos sorteios, mas acabei ganhando 3 camisetas do evento, afinal, doei 3 pacotes para fazer bolo, da Barra...hohoho... Uma delas, acabei dando para minha mãe. Ela adora essas camisetas.

Espero não abandonar mais este blog.

Beijos a todos.




domingo, 13 de setembro de 2009

Mais uma voltinha básica na ciclofaixa

Hoje resolvi dar mais uma voltinha na ciclofaixa de São Paulo.

Para quem não sabe, a prefeitura de São Paulo criou uma ciclofaixa na cidade que funciona apenas aos domingos das 7h as 12h, e tem aproximadamente 5km de extensão.

Tudo isso é para incentivar o uso da bicicleta na cidade, e claro, conscientizar os motoristas que andar de bike pode ser uma excelente opção para melhorar o tráfego e, claro, a saúde.

Dei duas voltas apenas, pois para eu chegar até ela eu pedalo quase 10km...hehehe, então também tive que pensar na volta pra casa.

Eu tive um dia de glória: ultrapassei vários rapazes que pedalavam na ciclofaixa...uia! Eu me achando a ciclista profissional...hohoho. E olha que eu só tenho pedalado nos domingos, pois não tenho tempo para pedalar durante a semana, MAS comecei a correr, e isso tem me ajudado muito a manter a forma, e claro, ajuda no desempenho sobre a bike.

Enfim, a ciclofaixa estava uma delícia, teve momentos que passei dos 30km/h e ainda aproveitei para pegar a camiseta do evento.

Agora é torcer para que isso dê certo quando não tiver o pessoal da CET ajudando... aí é outra história.

Abraços,

domingo, 30 de agosto de 2009

Será que desta vez vai?


Lá estava eu fazendo meu pedal de praxe aos domingos pela manhã quando me deparei com a nova ciclofaixa pela cidade de São Paulo. Na verdade, eu até vi pela TV sobre ela durante a semana, mas eu havia me esquecido completamente quando saí de casa hoje cedo, então quase foi uma surpresa quando vi várias pessoas da CET pelas ruas e várias outras pessoas usando camisetas vermelhas ajudando na sinalização dos pedestres e motoristas. Resolvi experimentar.

É uma delícia! Cheguei até a fazer 30km/h numa parte da pista. A única coisa que me deixou triste foi ver um corredor invadindo a pista para fazer o seu cooper. Eu chamei a atenção dele, mas ele simplesmente ignorou. Fui conversar com o pessoal que estava lá ajudando sobre o rapaz que estava correndo na pista e, eles me falaram que já tinham chamado a atenção dele, e ele disse que iria continuar correndo na ciclofaixa mesmo assim.

Não é justo! Pedestres e corredores tem a cidade inteira para fazer seu cooper ou sua caminhada, por que ainda ter que invadir o nosso espaço que é tão pequeno? Lidar com o ser humano (se é que pode chamar um ser desses de humano) não é fácil!

Mas gostei da iniciativa do pessoal que está organizando a ciclofaixa. Quem sabe desta forma os motoristas, pedestres e corredores percebam que a cidade tem muitos ciclistas circulando por aí e que nós precisamos de um pouco mais de respeito.

Só faltou eles entregarem panfletos para as pessoas explicando um pouco mais sobre o projeto, mas de qualquer forma, já está valendo. Parabéns.





Abraços.

sábado, 15 de agosto de 2009

USP: quintal da minha casa.

Eu moro cerca de 1km da USP, ou seja, é praticamente o quintal da minha casa...hehehe. E hoje fui dar uma volta lá.
Saí de casa lá pelas 7h40, acreditando que eu ia encontrar uma USP tranquila, mas me enganei, estava completamente insuportável!
Muita gente correndo, muita gente pedalando, aliás, como tem ciclista mal educado lá não?
Muito carro... Afe! Quando deu 25km rodados na minha bike, desisti de ficar lá, não tinha condições, quase acabei atropelando uma mulher que entrou na minha frente e nem olhou para ver que eu tava passando... GZUIS! Acabei pedalando apenas por 1h.
Acho que da próxima vez eu vou pedalar somente depois das 12h, acho que vai estar mais tranquilo...
Realmente está difícil achar um lugar decente para pedalar tranquilamente nesta cidade. ôxi!

Beijos.

domingo, 2 de agosto de 2009

Um pedalzinho solitário...

...pelas ruas de São Paulo.


Hoje fui dar uma volta solitária de bike pelas ruas de sampa, afinal, já fazia duas semanas que eu não levava a minha filhota, Maria Josefina, para passear...hehehe.

Saí de casa lá pelas 8h40. Corifeu, Vital Brasil, Avenida do Jóquei, Ponde Cidade Jardim, Acesso a rua Horácio Lafer, rua Horário Lafer, Faria Lima, Hélio Pelegrino, República do Líbano, Av. Indianópolis, Av. Jabaquara, Rua Domingos de Morais, Av. Paulista e uma tentativa frustrada para descer a Av. Rebouças. Afe! Ainda estou com trauma de descidas, então entrei na rua que dá acesso ao hospital de metrô Clínicas, peguei a Dr. Arnaldo, passei por cima do metrô Sumaré, desci a Heitor Penteado e entrei numas quebradas até cair em Pinheiros na Av. Pedroso de Morais sentido Praça Panamericana, ponte Universitária, Corifeu, Vital Brasil, entrei no bairro Vila Gomes e depois cheguei em casa. Ufa! Foram 40km rodados, com paradas somente nos faróis, algumas vezes eu aproveitava para dar um gole d'água...hehehehe. Cheguei em casa às 10h30.

Eu estou só o pó da rabiola, mas feliz da vida!

Não vejo a hora de voltar a pedalar em grupo e em trilhas de novo.

Beijos,

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O tiro certeiro de Alberto Contador


Pois é, lá se foi mais um Tour de France, mas confesso que este foi o mais emocionante e fiquei imensamente feliz com a vitória do Alberto Contador, que aliás, soube mostrar que veio para ficar. Ele está sendo considerado o melhor ciclista da atualidade, também pudera, o cara tem ganhado todas as grandes voltas ciclísticas, né? Parabéns Alberto, você merece!



Bom, que sou fá de carteirinha do Lance isso eu não nego, mas ele também mostrou que tem força para voltar e calar a boca de muita gente. O cara ficou 3 anos parado, tem 37 anos e ainda sim ficou em 3º lugar no Tour de France. Digamos, ano que vem o cara vem pra arrebentar, e pode ganhar o Tour fácil, fácil...
Agora é esperar até 2010 para ver se ele é tudo isso mesmo, não é?
Parabéns, Lance!

Beijos a todos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Vive Le Tour

Eu tenho acompanhado o Tour de France desde 2006, mas o deste ano está muito emocionante. Primeiro pela "novela" Armstrong-Contador, quem é que vai ficar com o título? Segundo por perceber que novatos, como o Nocentini, tem chance de mostrar que veio para ficar. E terceiro, claro, ver o Lance Armstrong em ação, coisa que eu estou vendo pela primeira vez.

Mas apesar de toda tietagem que eu dou para o Lance, eu quero mais que o Contador ganhe a volta. O cara é bom! E além disso, está sofrendo um bocado dentro da própria equipe, que apesar de ele ser líder, não recebe tamanho apoio como o Lance Armstrong. E para quem não sabe, Contador também teve um problema sério de saúde que quase o deixou fora das pistas, então...não tem essa, né? Ah... mas o Lance ficou 3 anos parado, teve câncer, ganhou 7 vezes... absolutamente, não!

O Lance já fez o que tinha que fazer, já mostrou ao mundo que ele é forte, mas está na hora de dar chance para os novatos, para outros que possam se tornar mais de 7 vezes campeão, por que não?

É isso aí!

Esse Tour está dando o que falar, e vai dar muito o que falar por anos!

E vive Le Tour!

domingo, 5 de julho de 2009

Pela primeira vez eu estou assistindo ao Tour de France na íntegra, apesar de não entender patavina de francês... hehehe.

Ontem eu vi o meu grande ídolo Lance Armtrong dar a sua largada na primeira etapa, um contra-relógio individual, e foi lindo!

Eu comecei a acompanhar o Tour de France em 2006, quando o Lance já havia se aposentado, então vê-lo em ação, ao vivo, está sendo emocionante demais para mim. Até tirei umas fotos da minha TV para provar que eu estou acompanhando pela TV5 Monde... uhuuuuuuuuu!

Não sei se ele irá ganhar o Tour, mas terá uma grande torcida da minha parte.






English Version

For the first time, I am watching Le Tour de France in a full version despite, I can’t understand any word what they are saying in French... hehehe.

Yesterday I saw my great idol, Lance Armstrong, in action in his first stage, an individual time trial, and it was amazing!

I started following the tour in 2006, and I couldn’t see my idol in action because he had already retired and, now it is so exciting to see him riding his bike again.

I took some pictures from my TV to show that I am following Le Tour de France by TV5 Monde... uhuuuuuuuu!

I don’t know whether he will win or not the Tour, but he already has my support here in Brazil.


Beijos a todos!
Kisses for all!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Tour de France: É AMANHÃ!

Pois é, a tão esperada corrida começa AMANHÃ!!!!

12h na ESPN e 10h55 na TV5...

mas antes saboreiem este vídeo de abertura:



Beijos a todos e até domingo.

domingo, 28 de junho de 2009

Curiosidades sobre o Tour de France

Semana que vem, mais precisamente no dia da independência dos Estados Unidos, começa mais um Tour de France, e eu, claro, não vou deixar de acompanhar pelo 4º ano consecutivo essa corrida que promete ser bem acirrada este ano, afinal, além de termos grandes ciclistas na volta, teremos a chance de rever Lance Armstrong correndo, eu terei a honra de vê-lo em ação pela primeira vez, pois quando comecei a acompanhar o Tour foi em 2006 e ele já tinha se aposentado.

Enfim, mas você precisa saber algumas coisas curiosas sobre o Tour. Bom, você pode até saber alguma coisa, mas tem gente que não sabe, né?

Você sabia que cada ciclista gasta em média entre 5000 e 9000 calorias a cada etapa? E que ainda eles consome o mesmo para recuperar? Haja comida, né? Por isso eles comem tanto e não engordam...uia!

Você sabia que milhões de pessoas acompanham o Tour todos os anos, e só perde em quantidade para a Copa do Mundo e Olimpíadas? Pois é, e tem gente que acha que bike não é esporte para se assistir...afe!

Você sabia que em 1987, 8 ciclistas usaram a camisa amarela? Uia, uia!

Você sabia que a etapa mais longa foi de 253km em 1947? Haja perna!

Você consegueria pedalar a 54,930 km/h? Pois é, o ciclista Greg LeMond conseguiu em 1989 numa etapa de contra-relógio individual. Uau!

Você sabia que o ciclista mais jovem a ganhar o Tour tinha apenas 20 anos em 1904? Quem será o próximo?

Pois é, não vou me prolongar muito sobre essas curiosidades, mas você pode acessar o site http://www.bicycling.com/tourdefrance/0,6805,,00.html e ler as mais diversas curiosidades e assuntos relacionados ao Tour de France. Só um detalhe, o site é em inglês, mas dá para entender muita coisa...hehehe.

É isso aí pessoal, eu não pedalo tanto quanto eu gostaria, mas não deixo esse blog sem assunto...hohohoho.

Inté.

domingo, 21 de junho de 2009


Pois é, a coisa não anda muito bem para o meu lado. Desde que mudei de profissão eu tenho tido muito pouco tempo para pedalar, afinal um professor tem que corrigir lição, preparar a aula antes de entrar em sala, estudar quase todos os dias para poder manter o seu conhecimento e ainda ficar procurando "coisas" interessantes para passar para os seus alunos, e isso requer tempo e dedicação, e como ultimamente eu tenho trabalho de segunda à sábado (buáááá), o tempo que me sobra para fazer essas coisas é apenas o domingo, que era o meu dia predileto para pedalar.
Já tem duas semanas que eu não dou uma voltinha de bike, e meses que eu não pedalo numa trilha e ontem estava tudo certo que hoje eu iria fazer uma trilhazinha básica de 20km com meus amigos que eu não vejo desde março, e não que é que de marugada acordei com falta de ar?????
Seria azar demais para uma pessoa só, ou apenas obra do destino?
GZUIS! Fazia anos que eu não sofria dessa minha bronquite, e olhe que eu pedalo e corro na esteira, e simplesmente fiquei com falta de ar dormindo, pode?
Bom, por conta desses contratempos, eu não tenho muito o que falar sobre o mundo da bike... só sei dizer que eu estou MORRENDO DE VONTADE DE PEDALAR!!!!

Beijos a todos!

domingo, 14 de junho de 2009

Something about bike


A Scotsman named Kirkpatrick MacMillan invented the first bicycle with pedals around 1840. Early bicycles had wooden or metal wheels. However, by the mid-1800s tires with tubes appeared. Modern racing bikes are very lightweight and aerodynamic. The wheels have fewer spokes and the tires are very thin and smooth. Mountain bikes allow riders to ride up and down steep hills on dirt trails. These bikes have fat, knobby tires for extra traction. The tandem is a bicycle for two people. It has about the same wind resistance as a one-person bike. But with twice the power, it goes faster.

Fonte: Collins Dictionary!

domingo, 31 de maio de 2009

Dia MUNDIAL da preguiça!


Não consegui levantar cedo para ir pedalar hoje! Na verdade, mal consegui pregar o olho, fiquei a noite toda "fritando" na cama, de lá pra cá, de lá pra cá... conclusão: passei boa parte do meu tempo morgando...hehehe. E estou sem o que falar sobre bikes aqui...ui!

Inté domingo que vem!

domingo, 24 de maio de 2009

Ouça música num ritmo mais rápido...

...e perca mais calorias.

Bom, eu sou fã da revista Bicycling. E sempre que posso leio o site da revista (www.bicycling.com). Houve uma época em que eu assinei a revista, pois saía mais barato do que a VO2, e ainda assim posso praticar o meu inglês...uia!

Mas a reportagem de hoje é: aumente o ritmo de sua música enquanto você se exercita, e queime até 40 calorias a mais por hora. Não é o máximo!

Corra até o site e leia sobre o assunto:



http://www.bicycling.com/article/0,6610,s1-4-20-18671-1,00.html

Inté domingo que vem pessoal!

Abraços.

domingo, 17 de maio de 2009

Camiseta de boa ou má qualidade?

Lendo o site www.bicycling.com eu vi que eles também não perdoam certas gafes... e desta vez foi com os patrocinadores do Lance Armstrong.

Estão falando sobre a camiseta que o Lance está usando no Giro da Itália e ela não resistiu às lavagens...

Vejam as fotos abaixo:



a camiseta antes das lavagens...

e depois das lavagens.

Para ler mais, mas em inglês, acesse: http://bicycling.com/blogs/boulderreport/2009/05/15/astana-unis-fade-out-in-the-wash/

Beijos.

domingo, 3 de maio de 2009

Ainda sobre o Villa Lobos.

Sabe? Eu cheguei a enviar um e-mail para o parque e sabe o que eles me responderam? "estamos tomando providências"...
Sinceramente não sei aonde! Porque eu pedalei lá ontem e vi a mesmíssima coisa! Nada mudou, acho até que piorou!
Essa história rendeu uma boa discussão numa lista sobre ciclismo que eu participo, mas infelizmente, ficar no blá blá blá não vai resolver nada.
O negócio é esperar se vão realmente tomar providências e rezar! Afinal, só Jesus salva! (risos)

Hoje fui pedalar sozinha, pois ultimamente tenho pouco tempo, e infelizmente não tenho companhia, e me aconteceu algo que me deixou um pouco chateada, na verdade, muito chateada...

Eu estava descendo a Hélio Pellegrino e vi que o farol estava aberto para mim num dos cruzamentos da avenida, eu eu achei que conseguiria passar antes do farol fechar, mas infelizmente não deu tempo e freei a bike com tudo, fazendo aquele barulhão, e FELIZMENTE, eu tava bem em cima da faixa de pedestre e não havia nenhum carro atrás de mim, ou do lado... mas tinha um carro atravessando a rua, e me viu, parou no meio do cruzamento e ficou ali parado, eu não fiz um movimento sequer, afinal, o farol estava fechado para mim, e eu estava há uns 5 metros de distância dele, ou até mais, sei lá, e não é o que o cara abriu o vidro do carro e disse assim: "que cor está o farol pra você?"
Eu já puta da vida com toda essa falta de educação com os ciclistas respondi: "você não percebeu que eu freei?"... Sei que fui ríspida, mas eu já tinha parado, tava BEM longe dele, aliás, eu tava em cima da faixa, não cheguei nem a encostar a bike no carro dele, nem sentir o cheiro de óleo do carro dele, e ele ainda quis chamar a minha atenção...
Umas horas antes, quando eu estava indo pedalar, vi um motoqueiro fazer a mesmíssima coisa, freiou bem cima da faixa para não ser atropelado, fez um baita barulhão, tanto que tomei o maior susto, e não vi ninguém chamar a atenção dele, aliás, eu sempre vejo motoristas fazerem esse tipo de coisa no trânsito, e nunca me dei o trabalho de chamar a atenção de ninguém, nem quando vejo que eles ficam parados em cima da faixa de pedestres e não saem de lá nem por decreto... enfim, eu só sei que fiquei tão P com isso que comecei a chorar de raiva. De raiva de ver tanto descaso por parte de muitas pessoas...
Aliás, teve uma hora que eu tava na mesma avenida e vi um bando de corredores correndo na rua, na contra-mão e EU QUE TIVE QUE ME DESVIAR DELES!!! Eles não deram o trabalho de subir na calçada, que é o lugar deles... queria ver se fosse um carro!
Perto de casa, eu fui atravessar a avenida do Jóquei quando eu vi vários pedestres atravessando a faixa, eu parei a bike e fiquei ali esperando por todos... queria ver se fosse um carro!
Não vou deixar de pedalar por causa dessas coisas, mas juro que ainda vou fazer algo, e espero encontrar as pessoas certas para me ajudar.

Boa semana a todos!

domingo, 26 de abril de 2009

Como o ser humano é mal educado!




Eu estou indignada!

Faz pouco tempo que eu cheguei em casa de uma voltinha básica de bike no parque Villa Lobos, aqui em São Paulo, e o que vi me deixou deveras indignada com o descaso de muitas pessoas. Depois reclamam que a vida não anda bem e não sabem explicar o porquê.

No parque existe uma pista específica para ciclistas, inclusive é bem separada da pista de corrida e caminhada, completamente diferente do parque Ibirapuera, e mesmo assim as pessoas usam a pista de ciclismo para caminhar, namorar, passear com os cachorros, correr, etc... Nós, ciclistas, temos que ficar desviando das pessoas para não atropelá-las.

Por um momento eu parei para conversar com um dos seguranças do parque, e ele disse que sempre chama a atenção das pessoas, e as pessoas ignoram a sua existência (isso quando não o xingam), e o pouco tempo em que estive com ele, o vi chamando a atenção de umas 20 pessoas, algumas fingiam que nem ouviam, outras obedeciam, mas depois de mais uma volta na pista, eu vi estas mesmas pessoas voltarem a correr na pista de ciclismo!

Eu odeio a lei do mínimo esforço: se ele faz, eu faço também. Ou seja, se um faz o que é errado o outro não questiona e vai lá e faz também, muitas vezes até sabe que é errado, mas vai lá e faz.

Quando será que teremos um pingo de respeito nessa sociedade? Eu não estou falando só de respeito para com os ciclistas, mas falo de modo geral. Pedestres não usam a faixa para atravessar a rua, os motoristas sobem até na calçada para fazer uma ultrapassagem (eu vi isto ontem quando eu estava indo trabalhar, e olha que era num sábado de manhã, mas o cara estava com pressa, e subiu na calçada para fazer uma ultrapassagem), ciclistas que pedalam na contra-mão ou em cima da calçada, etc, etc, etc... Depois reclamam que o país é uma merda!

Isso me deixa muito triste, porque eu sempre faço as coisas certas, e mesmo assim eu só vejo coisa errada, e se eu chamar a atenção de alguém na rua, ou seja onde for, vou ouvir um monte! E corro o risco de levar um tiro no meio da fuça, afinal as pessoas hoje em dia andam estressadas e armadas demais... afe!

Antigamente quando eu pedalava no Ibirapuera eu chamava a atenção das pessoas para não caminhar ou correr na pista de ciclismo. Eu ouvia um monte! Mas o parque fez uma campanha bem pesada sobre o assunto dentro do parque que hoje é praticamente impossível ver gente usando a pista de ciclismo seja lá para fazer qualquer coisa, e quando isso acontece, você pode chamar a atenção que o pessoal sai da pista rapidinho!

Eu também não acho certo ver ciclistas pedalando onde não deve dentro de um parque, e infelizmente isso acontece também.

Se uma nação não se respeita, quem irá respeitar-nos?

Infelizmente, eu não tenho muito o que fazer, além de reclamar com os seguranças e se possível enviar um e-mail para os administradores do parque e torcer para que as coisas mudem.

Respeite o próximo, assim você SE RESPEITA TAMBÉM!

Abraços.

domingo, 29 de março de 2009

Enquanto uns empurravam na subida...

...eu segurava a bike na descida. (risos)



Deixe-me explicar!

Em 2007 eu levei um tombinho meio feio quando eu fazia trilha na Juréia com o CAB, e depois no ano seguinte, pedalando com uns amigos, levei outro tombo, um pouco pior, em Atibaia. Ambos foram numa descida, e o primeiro me rendeu uma fissura numa de minhas costelas e o segundo um roxo enorme no quadril do lado direito, fora os ralados pelos braços, e por pouco não fico nua, afinal rasgou minha calça... hehehe.

E hoje fiz uma trilha bem bacana com o CAB mais uma vez, e vi duas meninas levarem um tombo na descida, bem na minha frente. Isso me fez relembrar os meus tombos e eu não conseguia enfrentar as descidas mais íngremes, fora ainda, que a pista estava seca demais e havia muitos cascalhos, o que me deixava ainda mais preocupada. GZUIS! Acho que fiquei com traumas de descida... afe!

Mas encarei numa boa uma boa subida, bem longa por sinal... pedalei 5km/h mas não empurrei a bike na subida. Uia!

Foi uma trilha de 32km em Itu. Com pessoas bem bacanas, e claro, não posso deixar de citar: foi um convite especial de um amigo mais que especial.

No final, paramos no "Frango Assado", comemos feitos um bando de mortos de fome, mas felizes com o passeio.

Ah... as meninas não sofreram nada além de ralados. Ainda bem, né?

E que venha a próxima trilha. Não vejo a hora!


Beijos a todos!

domingo, 22 de março de 2009

Eis que ressurge das cinzas...

Pois é, depois de um tempão só postando textos de outras pessoas, e sem pedalar como eu gostaria, eis que "eu meu vorrrto" aqui, para o meu humilde broguiu... ui!
Bom, mas ainda não é para escrever sobre as minhas aventuras em cima de duas rodas, mas para dizer que não vou abandonar o meu querido lar e nem meus leitores.
A boa notícia é que vou mandar arrumar a minha speed, e pretendo pedalar com ela mais vezes por semana, e contar como é essa experiência em pedalar com uma speed numa cidade tão esburacada como São Paulo, fora a minha falta de prática com o pedal clipado...hehehe, acho que vou levar alguns tombinhos... ui, ui,...ai, ai, ai....
Enfim... hoje pedalei uns 30km pela cidade, e sozinha, pra variar... (ó dó)... mas acho que por conta do vento frio e uma pequena garoa, acho que peguei um gripe... (atchimmmmmmmmm)
Mas é isso aí, quem disse que vida de ciclista é fácil?
Não saia daqui, em breve teremos novidades, ceRRRRto?
Beijos a todos!

segunda-feira, 9 de março de 2009

Fingimos que fomos e vortemos...

... óia nóis aqui traveis!

Pois é, eu ando meio sumida mesmo do blog, afinal de contas depois de 6 meses desempregada, e finalmente trabalhando num lugar que eu estou adorando, tenho passado boa parte do meu tempo estudando e me dedicando ao trabalho, e por conta disso, também tenho pedalado muito pouco. MAS... ontem, no Dia Internacional da Mulher, eu fui pedalar com o CAB pela milésima quinquagésima vez (risos) e não é que eu ganhei a minha terceira filhota num sorteio? Uia! Esta já é a segunda bike que eu ganho em sorteio, sabia? Acho que está na hora de eu começar tentar outras sortes, quem sabe não ganho na Mega Senna?



Olha eu ai recebendo a filhota da mãos do chefinho Sérgio (presidente do CAB)

Curtindo a nova filhota!

Beijos a todos!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Circuito Vale Europeu: finalmente o fim!


14 de novembro (Alto Cedro a Palmeiras)

Acordamos bem dispostos, com um dia de muito sol, depois de tanta chuva nos dias anteriores e tanto estrago em toda região!

Raulino tentava ser sempre muito atencioso, depois de tomarmos um belo café-da-manhã, ele nos levou de barco para o outro lado do lago, com seu barquinho, com isso economizamos uns 6km.

A estrada estava bem tranquila, sem muitos carros, paisagem exuberante, acho que foi um dos dias mais bonitos, em questão de paisagem e tempo firme. Todos estávamos maravilhados seguindo pela estrada e contornando a represa, que é magnífica! Sempre com as hortências enfeitando nossos caminhos, que coisa linda!!

Foi realmente um dos dias mais tranquilos, sem nenhum evento preocupante no que se refere a chuvas ou deslizamen-tos na estrada. O único pequeno imprevisto que tivemos foi uma bifurcação que estava um pouco diferente da planilha do evento. A estrada era muito tranquila e fazia tempo que não viamos um carro, mas graças a Deus, ao nos depa-rarmos com a bifurcação, não se passaram nem 5 minutos e logo surgiu um carro e informou o caminho certo a continuar ( mais um anjinho nos acompanhando e ajudando...rs).

Seguimos nossa viagem sem mais sustos....rs... Acho que foi um dos dias menos cansativos para pedalar, uma altimetria tranqüila, enfim, um dia que seguia perfeito....rs.

Quase chegando em Palmeiras, passamos por uma cachoeira, pequenina mas linda, encostadinha na estrada, só não entramos porque começou a chover bem forte, uma chuva de verão daquelas...rs.

Antes de chegarmos ao hotel, encontramos na estrada, já na cidade, uma senhora muito simpática, a D. Ercília. Ela estava encantada com a gente, ficava nos olhando admirada, com toda aquela bagagem, já encharcados...rs...foi muito prazeroso ficar ali papeando com ela, dava vontade de colocá-la no colo e levar pra casa pra cuidar, uma lindeza de “vovózinha”...rs. Até nos convidou para irmos tomar um cafezinho em sua casa, mas como estávamos molhadíssimos seguimos para a Pousada do Faustino. Aliás, só para fazer um comentário, é a pousada mais simples em que ficamos, e a que tem menos estrutura, mas isso não foi motivo para que fôssemos mal atendidos.

Chegamos então, penduramos todas as roupas que estavam encharcadas e logo abriu um lindo sol com direito a arco-íris e tudo, foi lindo...rs.

Tomamos nosso banhinho quente, descemos pra papar e logo estávamos na cama, para um belo e requisitado sono....rs. Foi um dia realmente bem proveitoso e especial!

15 de novembro (Palmeiras a Timbó)

Acordamos cedo, pois seria um dos dias mais longos e já observamos uma intensa neblina, mas logo que saímos do hotel, a neblina já havia se dissipado e o céu azul brilhava, um dia mágico, depois de tantos céus nublados....rs.

Sabíamos também de antemão que seria um dos dias mais difíceis, com uma subida de 1,5km e bem íngreme, e com aquele sol, já imaginávamos...rs....mas um sentimento imperava no coração de todos, era o ÚLTIMO dia, frio na barriga, uma saudade de tudo, mas tiramos isso de nossos pensamentos e não adiantava sofrer por antecedência né? rs

Palmeiras também é um lugar lindo, com arquitetura belíssima, os jardins então, nem se fala, tudo perfeito, como se fossem mesmo uma linda pintura, num quadro, como já havia comentado antes. Tem coisas que fotos não registram e que apenas nossos olhinhos vibrantes podem observar e nosso cérebro armazenar tudo aquilo.

O trajeto todo estava bem tranquilo, sem muitos carros, terra batida, perfeita para o pedal, aliás o circuito todo tem boas condições nas estradas, mesmo com as fortes chuvas!

E assim foi em quase todo o percurso, bem tranquilo e quase sem subidas, mas a 16km (+/-) começou nossa alegria, nunca descemos tanto...foi um descidona maravilhosa e veio como um presente, depois de tantas subidas em todo o percurso, valeu a pena, e descíamos muito rápido, alegres...rs. No final da descida paramos em um vilarejo, para descansar um pouco e sabíamos que logo logo teríamos a subida mais forte de todo o trajeto, só faltavam uns 10km.

As pessoas nos olhavam maravilhadas e curiosas, eu não sei se foi pelo fato de imaginarem que pegamos toda aquela chuva, ou pelo Julio estar ali pedalando com três moças, pois normalmente o número de homens é bem maior no grupo....rs.

E seguimos nosso caminho, aquele sol escaldante, a minha pressão cai muito nesse calor e meu rendimento também, então fui respeitando meu corpo. A Ive e a Betinha são de admirar e amigas porretas...rs...o Julio, sempre companheiro e cuidadoso. E quando menos esperávamos vimos a nossa subidona, e lá íamos nós...as meninas foram na frente e eu e o Julio logo atrás, e não teve jeito, logo nós quatro estávamos empurrando as bikes, a subida, além de ser íngreme, tem muitos cascalhos dificultando demais nossas pedaladas, mas tivemos uma boa ajuda da natureza....rs....em cada curva, há cada 300m (+/-), havia uma pequena cascata onde nos molhávamos, parávamos pra respirar e nos fortalecer....rs...que sacrifício...mas sempre estávamos com bom humor, apesar das carinhas cansadas... Mas no final da subida o sentimento de vitória era unânime, e sabíamos também que depois de poucos quilômetros, desceríamos mais um pouco ainda!! Que delícia!!! rs

E assim continuamos nosso pedal... mas a medida que nos aproximávamos do final do percurso, íamos diminuindo o ritmo, acho que inconscientemente todos queríamos que não acabasse logo...rs. E assim foi, fomos curtindo mais e mais, tiramos muitas fotos, descansamos em Benedito Novo e logo retornamos ao início do trajeto.

Chegamos em Timbó umas 17h, e primeiro de tudo fomos até o Restaurante Tapióka para pegar nossos certificados, que maravi-lhaaaaaaaaaa...rss.... Depois nos instalamos no Hotel e caímos na piscina gelada...rss...parecíamos crianças brincando, aliás nosso espírito estava muito alegre e realizado, foi um sentimento de muita sastifação. Dizem que temos momentos felizes na vida, e esse foi um dos mais especiais que pudemos compartilhar, e o melhor de tudo, estávamos entre verdadeiros amigos.

Posso dizer por nós quatro que foi uma das experiências mais marcantes que vivenciamos, pois tivemos de tudo um pouco, desafios, subidas fortes, leves e maneiras...rss...descidas maravilhosas, muitas risadas, muito aprendizado, muito companheirismo, conhecemos pessoas muito especiais, comida muito boa, natureza mais que bela, enfim, tivemos nossa primeira longa aventura PERFEITA, que nos marcará para o resto de nossas vidas e com certeza a repetiremos novamente!!

Texto escrito por Ana Paula.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Para rir um pouco...


Quando Sr. Holland era jovem ele jogava muito futebol, e sempre foi um homem magro e muito forte. Mas depois ele trabalhou num escritório por vários anos, isso fez com que ele fosse de carro para o trabalho durante esse período. Então quando estava com quarenta anos, ele estava gordo e fraco, e a cada ano que passava ficava mais gordo e cansado.

Num dia um dos amigos dele disse:

- Você gostaria de ficar magro, Fred?

- Claro que eu quero! – respondeu o Sr. Holland.

- Bem – disse seu amigo – Pare de ir ao escritório de carro, e arranje uma bicicleta.

O Sr. Holland não andava de bicicleta há anos. “É muito pesado para minha idade ter que andar de bicicleta novamente”, sua mulher lhe disse.

Mas não era tão pesado assim para o Sr. Holland. Ele geralmente ficava na sala de estar lendo o jornal todas as manhãs, mas ele comprou uma bicicleta e pedalava todos os dias em vez de ficar lendo o jornal. Ele esperava que isso poderia ajudá-lo a ficar magro, então ele se esforçava muito.

Ele encontrou algumas estradas, as quais não eram tão pequenas, mas que havia poucos carros, e lá era longe do barulho da cidade, o que era muito bom para ele. O barulho não era muito alto, mas alto suficiente para o Sr. Holland.

Então ele começou a ir para o escritório de bicicleta. As vezes todos os carros paravam no farol vermelho, e ele passava por eles sem ter que parar a bicicleta, afinal sua bicicleta é pequena e fina, o que facilitava transitar no meio dos carros. Então Sr. Holland se sentia muito bem.

Ontem, quando ele parou no farol vermelho, um outro homem que vinha com uma bicicleta parou atrás dele, olhou para o Sr. Holland e disse:

- A polícia também cassou sua licença para dirigir?

FIM

Tirada do livro "Stories for reading comprehension 2"
Traduzida e adapatada por mim mesma.

Beijos.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Mais Circuito Vale Europeu.

Devido a um pequeno problema de e-mail, acabei esquecendo de postar um dia sobre o Vale Circuito Europeu, então lá vai...

12 de novembro (Zinco a Dr. Pedrinho)

Na quarta acordamos cedinho e a Magda fez um café-da-manhã bem reforçado para nossa jornada. Estávamos ainda no Zinco, dois do café, quando o Jubis e Seu Carlos foram usar o telefone na pousada, mas eles não conseguiram chegar até lá, por causa da chuva que caiu a noite toda cobriu toda a ponte que levava até a pousada.

Seu Carlos então nos levou até à entrada da fazenda para ver como se aquela região estava toda alagada, pois ficava bem abaixo de onde estávamos, mas graças a Deus estava tudo tranqüilo, então voltamos para buscar nossas coisas, e saímos da fazenda embaixo de chuva forte, vento e muito frio. Não queríamos ficar mais um dia no Zinco porque ficamos preocupados da chuva continuar e ficarmos ilhados na pousada.

Percorremos 8km quando um motoqueiro nos parou dizendo que estava tudo alagado, com mais de um metro de altura na baixada e que não iria dar para passarmos. Até disse para voltarmos ao Zinco passar mais um dia por lá. Mas nós quatro resolvemos então continuar o caminho, até mais por curiosidade e saber como estava a região.

Chegamos então ao ponto alagado, o Jubis foi verificar a pé a altura e se dava pra passarmos com as bikes, não havia corredeira, estava como se fosse um lago e ela batia na altura do joelho, então resolvemos carregar as bikes, para não molhar os alforjes e conseqüentemente nossas roupas. Depois desse passamos por mais alguns trechos de alagamento, mas dava para irmos pedalando bem devagar.

Quando chegamos na metade do caminho dois descendentes de alemães com sobrenomes “Wolter” ou “Valter” (acho que é isso.....rsss) falaram que a ponte de acesso estava interditada pois havia desaparecido dentro do ria, ficamos muitos preocupados com a notícia, mas eles nos ensinaram uma caminho alternativo, foram muito bacanas mesmo, e ficamos muito agradecidos.

Daí pra frente até chegarmos em Dr. Pedrinho foi bem tranqüilo, ficamos na Pousada da D. Hilda, tomamos um belo banho quentinho e fomos jantar. A D. Hilda muito simpática também nos cedeu sua máquina de secar roupar, para secarmos meias, luvas e tudo mais que podíamos, pois estavam encharcadas. Subimos para nossos quartos e como o dia havia sido também muito agitado resolvemos dormir cedo para acordarmos bem dispostos no dia seguinte e oramos muito para que a chuva cessasse.



escrito por Ana Paula.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Circuito Vale Europeu: 13 de novembro (Dr. Pedrinho a Alto Cedro)

Depois de uma bela noite de sono, bem descansados, tomamos aquele café-da-manhã, com direito a pastel de queijo, que estava divinoooo...rs. Fomos então nos aprontar rumo a Alto Cedro.
D. Hilda já havia avisado a família Duwe que iríamos pra lá. Estava previsto chegarmos em Alto Cedro por volta das 17h para pegarmos o barquinho para atravessar o lago e cortarmos nada mais nada menos que 7km.
Quando terminamos de tomar café começou a chuvinha novamente, e o marido d D. Hilda nos aconselhou a fazer outro caminho, pois um trecho da trilha onde iríamos passar estava bloqueada, a ponte para atravessar o ria é muito baixa e co o rio cheio ficaria praticamente impossível de se fazer a travessia.
Como de fato, passamos pelo outro lado e quando chegamos próximo ao local onde estaria a ponte, ela estava submersa em meio a um rio violento.
Durante os 10km de percurso passamos por alguns lugares alagados mas nada perigosos. No meio do trajeto vimos uma casinha com uma boa varanda, resolvemos parar para comermos nossos lanchinhos. Foi aí que apareceu no local o Sr Luís, mais um rapaz e seus três cachorros, ahh...diga-se de passagem que o Seu Luís estava carregando uma gaiola com um passarinho. Ele se aproximou e começou a puxar proza, disse que era italiano e que morava numa casinha próximo dali, ele disse também que a casinho onde estávamos é uma pequena igrejinha, que só era rezada missa ali duas vezes no ano, ele falou também que caso a gente passasse por algum sufoco a gente poderia dormir ali dentro da igrejinha que estava aberta por sinal.
Conversamos mais um pouco com o seu Luís enquanto terminávamos nosso lanche. Ele muito simpático e prestativo nos convidou para pousarmos na casa dele, futuramente....achamos tudo aquilo muito legal, e nos surpreendemos com tanta gentileza!!
Despedimos-nos e continuamos em frente, percorrermos mais 2km quando nos deparamos para nosso primeiro desafio, devido ás chuvas intensas o que era pra ser um pequeno ribeirão com água na altura do tornozelo, era ali naquele momento, um pequeno riacho com água na altura das nossas coxas..já imaginaram o nosso medo?? Como passaríamos as bikes sem molhar as roupas? Não esqueçam que somos todas baixinhas e só havia o Jubis de homem.
A Ive resolveu sondar o caminho, enfiou o pé na água, sentiu que estava puxando muito, percebeu então que não daria para passar pedalando e nem segurando-as, pois qualquer descuido ou queda seríamos levados pelo rio que se formou. Por alguns minutos ficamos sem saber o que fazer, imaginamos se seria mais prudente voltarmos para Dr. Pedrinho, se ficaríamos na casa do seu Luís, muitas dúvidas e já estávamos a essa altura com muito frio!
Foi então que o Jubis teve a idéia de chamarmos o Seu Luís para nos ajudar, afinal ele tem um caminhão e poderia fazer nossa travessia. A Ive e o Jubis voltaram para falar com ele, enquanto eu e a Betinha ficamos próximas ao ribeirão, rezando muito para sairmos daquela situação e para sair um pouco de sol, não agüentávamos mais passar frio.
O Seu Luís, muito solícito, pegou seu caminhão e o levou até o ribeirão, mas como ele é da região e conhece bem aquele ribeirão ele falou que dava pra passar e nos perguntou se ele passasse as magrelas se a gente iria, a gente falou que tudo bem, mas que elas estavam muito pesadas, e que a gente não estava com medo e sim preocupadas com as magrelas...rss...e foi aí que ele pegou uma das bikes, colocou no ombro e foi passando como se nada fosse, ficamos ali abismadas...e dávamos risadas também. Enquanto ele e o Jubis passavam as magrelas, eu e as meninas passávamos a pé, já ficando com mais ainda a roupa encharcada...rs...mas o mais impressionante foi que logo que passamos tudo isso, o sol apareceu, sentimos aquele calorzinho, pode ser besteira, mas acho que tudo aquilo emocionou muito a mim e a Betinha, pois nós duas começamos a chorar....não acreditávamos que uma pessoa pudesse nos ajudar daquela maneira, ele se molhou todo e carregou aquele peso, nosso dois anjos-da-guarda o Jubis e o seu Luís, a quem dedicamos esse relato. Nesse dia o Seu Luís foi muito crucial, pois se não fosse por ele o Jubis não teria confiança de ajudá-lo e a gente também não sentiria segurança em passar por aquele desafio.
Depois de tudo passado, nos despedimos mais uma vez do Seu Luís e agradecemos imensamente por tudo, e seguimos nosso caminho, e ele nos alertou que teríamos mais um ribeirão, mas que também deveria estar tranqüilo. Mas chegando ao local nos deparamos com mais um ribeirão que havia se transformado num pequeno rio, com águas turbulentas, mas graças a Deus não era tão profundo quanto o anterior, mas não deixava de ter seus riscos, pois as pedras estavam bem escorregadias, havia apenas um caminho estreito no meio da pedra para passarmos as bikes, sem precisar levantar as mesmas. O ribeirão não estava tão largo quanto o outro, mas foi o lugar que mais caímos, acho que a única ilesa nessa história foi a Betinha....rs.
Depois de mais um sufoco e conseguimos ultrapassá-lo, mais uma vitória...rs..seguimos em nosso trajeto. Chegamos no horário previsto em Alto Cedro, e o Sr. Raulino já estava nos esperando com seu fusquinha. Era para ele nos levar de barquinho, mas como a represa estava muito cheia, tivemos que percorrer mais uns 7km, e estávamos todos muito cansados, e foi um sobe e desce tremendo...rs...ô lasqueira...rs. Mas quando chegamos na casinha onde ficaríamos tivemos uma bela surpresa, era linda e aconchegante, muito parecido com aquela que nós víamos das estradas, então foi bem acolhedor já estarmos ali naquele lugar.


Aliás, Alto Cedro é um lugar belíssimo e incrível, de uma beleza singular e única, jardins maravilhosos, muitas hortênsias de ambos os lados da trilha, um lago represado com mais de 10km de extensão, foi um dos lugares mais bonitos que já vimos, opinião dos quatro....rs.
Como de praxe lavamos nossas bikes, nossas roupas, tomamos aquele banho merecido e finalmente comer aquela comidinha caseira prepara pela esposa do Sr. Raulino a D. Izolda, esta descendente de italianos e ele de alemães. Tudo muito bom e maravilhoso, já estávamos cansadinhos e fomos nanar, pois o dia seguinte prometia...rs.

Escrito por Ana Paula

Beijos a todos.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Feliz aniversário, pedalando na cidade!

Hoje eu estou fazendo quatro anos de pedaladas, e eu nunca imaginei que chegaria a tanto, e durante esses anos todos aconteceram muita coisa, boas e ruins, mas todas foram de grande valia.

Lembro-me uma vez quando estava alguns meses iniciando no pedal que eu perguntei para um rapaz quanto tempo levaria para eu pegar um bom ritmo em cima de uma bicicleta (no bom sentido, claro...rs) e ele me disse: “um ano e meio ou dois anos”.

Nossa! Tudo isso?

E esse um ano e meio passou voando tanto quanto os quatro anos de pedal.

Eu comecei com uma bike de supermercado e quando eu fui fazer a minha primeira trilha em Nazaré Paulista, enquanto eu conversava com algumas pessoas sobre a trilha, sobre o pedal e, claro, sobre bikes, uma pessoa disse assim: “pior são aquelas bikes compradas em supermercado...”. Meus Deus! Eu fiquei com uma vergonha danada, mas não escondi que tinha comprado a bike num supermercado. Eu não manjava nada de bicicletas, aliás, eu nem sabia se ainda sabia pedalar... uia! Mas pensei: “seja o que Deus quiser!”

Não preciso nem contar que a bike se destruiu na trilha e no dia seguinte eu estava trocando-a por um DVD. (risos)

Depois fiquei um tempo pedalando com uma bike usada e o resto da história você já sabe.

Pedalei muito com o CAB. Aliás, o CAB foi o único grupo de bike que me ajudou – e ajuda muito – a fazer trilhas por aí, pois eu não tenho carro, então participo das viagens que eles fazem, pois além do CABusão eu ainda tenho a companhia de pessoas muito agradáveis, e o preço é quase sempre acessível.

Fiz as trilhas em Nazaré Paulista (várias vezes), Maria da Fé em Minas Gerais, Salesópolis, Ilha Comprida, Juréia, Carlos Botelho, Miracatu, Paranapiacaba, São Francisco Xavier, Serra do Japi, Graciosa, Mairiporã (umas três vezes), Atibaia, Campinas-Jaguariúna, Santana do Parnaíba – Pirapora do Bom Jesus (a mais difícil) e ainda fiz a Estrada da Manutenção umas 4 vezes, Passeio da Orla Norte e ainda enfrentei São Paulo – Jundiaí – São Paulo num único dia e, um pedal de speed pelo Rodoanel. Fora pedais pela cidade de São Paulo em grupo ou sozinha.

Parece pouco, né? Mas eu acho que foi muito bom todos os passeios, incluindo os tombos, os arranhões, etc. Eu cheguei a fissurar a costela numa queda na Juréia, mas nunca cheguei a quebrar nada do meu corpo, graças a Deus.

Agora pretendo fazer uma cicloviagem. Não sei quando será e nem para onde vai ser, mas que eu pretendo fazer, pretendo. Vou apenas deixar o tempo se encarregar disso, enquanto isso eu vou pedalando por aí.

Sem contar a minha paixão pelo ciclismo de estrada (apesar de não participar ativamente dessas pedaladas), pelo Tour de France, e claro, pelo Lance Armstrong, para o qual eu virei fã de carteirinha. Eu acompanho o Tour desde 2006 e agora tenho assinatura da TV5, canal francês que transmite o Tour na íntegra. Iupiiiiiiii!

Nesse período conheci muitas pessoas legais, outras chatas também; namorei um ciclista, e desnamorei (risos); levei vários tombos, e tive alguns arranhões; me diverti muito, e também me aborreci muito, enfim, como dizem por aí: “faz paRRRRte”.

E aos 35 anos, apesar de estar acima do peso, eu estou mais em forma hoje do que quando eu tinha 20 anos. Uia!

Que venham mais quatro, 14, 40 anos de muito pedal!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Mais dois dias do circuito proceis!


10 e 11 de novembro de 2008 (Indaial a Zinco)

Só um parêntese aqui, o circuito no terceiro dia é de Indaial a Rodeio, mas como o percurso é menor e mais light, nos informaram que ficar na Pousada do Zinco seria muito legal, foi esse o roteiro que escolhemos, aí no quarto dia iríamos do Zinco á Dr. Pedrinho.

Fomos dormir mais cedo nesse dia para que acordássemos mais dispostos, porque sabíamos que seria um dos dias mais difíceis. Tomamos aquele café reforçado, fizemos nosso lanchinho, aprontamos tudo nas bikes, mas antes de sairmos já tivemos que pegar nossas capas-de-chuva, pois pela primeira vez a garoinha estava contínua e não estava com cara que ia parar tão cedo!!
Eu e o Julio saímos na frente para passar em uma bicicletaria e as meninas nos encontrariam depois. A garoa ainda persistia, e com isso a trilha se tornou bem penosa, porque a terra molhada segurava muito as bikes, ainda mais com o peso, e pra”melhorar” estávamos com vento contra, e apesar do trecho entre Indaial e Rodeio ser o mais curto e plano, 26km, foi o mais cansativo, havia também muita circulação de carros e caminhões, imaginem como ficamos cheios de lama...rs. Havia também muitos trechos com paralelepípedos, o que cansou bastante!

Chegando em Rodeio procuramos os pontos para carimbarmos nossos passaportes, nisso passamos em frente à sede da Prefeitura, tiramos algumas fotos e aproveitamos para descansar, decidimos não almoçar ali, porque sabíamos que a subidona estava bem próxima...rs. Indo para a vinícola onde iríamos carimbar, demos uma breve parada pra arrumar nossos alforjes, e nem imaginamos que essa parada seria um pouco mais longa do que prevíamos...rss...vou contar o que acorreu, como sempre eu sou a culpada....rss: vi a Ivinha arrumar o alforje dela, aí me lembrei que a minha capa estava me incomodando, uma ponta ficava toda hora encostando no meu tênis, depois de muitas horas de pedal isso cansa qualquer um....rss..aí eu desci da bike e me inclinei para ajeitar um lado, quando fui ver o outro, contrário da onde eu estava, a bike pendeu e com o peso iria cair em cima da catraca eu quis segurar e não consegui, fui segurando-a até onde deu, nisso a coroa da frente entrou no meu tornozelo na parte da frente da minha perna, fez dois furos um pouco profundos, para não escorrer muito o sangue eu apertei o machucado e me sentei, coloquei a perna pra cima, e todos vieram me acudir, o Jubis ficou branco, pois pra quem não sabe eu sofri há muito tempo um acidente de bike, e o Julio ficou meio que traumatizado desde então....mas eu estava bem, nem dor sentia, só fiquei com pena de todos pelas carinhas preocupadas...e ficava imaginando como eu faria para subir os 8km sem esmorecer, sem doer e sem atrapalhar o passeio de todos! E acreditam se quiser ninguém havia reparado antes, mas tudo isso ocorreu em frente a um Posto de Saúde, como todos ficaram preocupados com tétano acharam melhor eu tomar uma anti-tetânica, e assim foi feito o Jubis conversou com uma enfermeira, a Solange, ela foi muito bacana e prestativa, depois de ter refeito o curativo, me deu a vacina e ainda me forneceu um kit para os próximos curativos. Percebemos que as pessoas de Rodeio foram as mais prestativas e mais simpáticas pelo menos nesses primeiros dias de pedal, falaram que era por causa da descendência italiana. Continuando... tomei um remédio por conta própria para dor, na verdade não estava sentindo nada mesmo, mas era mais por causa da subida que logo logo enfrentaríamos...e eu Tb não queria ter que voltar ou parar o percurso por causa do problema do meu pé, coisa que graças a Deus não aconteceu!

Continuamos enfim o pedal, e estávamos perto da vinícola e lá tomamos um delicioso suco de uva e comemos nosso lanchinhos. Lá mesmo nos indicaram onde seria o começo da subida dos 8km para o bairro do Ipiranga. Todos estavam meio preocupados comigo, mas eu estava me sentindo muito bem para continuar. E assim foi, os quatro subindo, e subindo, cada um no seu ritmo, algumas amenas e outras um pouco mais fortes, eu fui rezando bastante para não esmorecer, porque com a perna machucada e o peso da bagagem não é nada fácil, nem pra mim e nem para os outros, isso já eram umas 14h30min e nem havíamos subido 1km. Mas todos estavam felizes e somos muito persistentes..rs..e o mais importante, muito companheiros.
Muitas pessoas passavam de carro pela gente e não acreditavam que íamos em frente, porque uma garoa ia e voltava toda hora, o que dificultava ainda mais o trajeto, mas com certeza a paisagem compensava cada obstáculo e cansaço. Esqueci de comentar uma coisa, havia imagens de anjos segurando hortênsias, em todo o trajeto, e já haviam nos avisado a respeito disso, mas não imaginávamos que era tão bonito, era uma benção quando os víamos, e uma surpresa também, parecia tudo meio mágico.

Íamos subindo e subindo, e a cada curva uma surpresa diferente, ora um anjo, ora caminho todo com hortênsias, ora uma paisagem simplesmente magnífica.

Com 4 km de subida +/- paramos no laticínio “Giacomina”, fomos atendidos com cordialidade e muita simpatia, conhecemos suas filhas e seu marido, muito simpáticos também. Mesmo sendo segunda-feira seu dia de descanso e ela não abre a loinha, fez questão em nos receber e nos fazer experimentar vários tipos e queijos, ficamos maravilhados com os sabores...que delícia...rs. Tão bom que encomendamos alguns pra buscarmos depois e levamos uns dois pedaços pequenos com a gente, não podíamos carregar mais peso....rs....mas era nossa vontade levar um monte....rs.

Continuamos então nossa subida, e faltavam mais 4 km, e até então a subida não era forte, com o peso da bagagem a gente ia mais devagar, mas nada com grandes dificuldades, e tivemos um belo presente e surpresa pela frente, acho que com dois km, não tenho bem certeza da distância, mas vimos um espaço com um Cristo e rodeado de muitos e muitos anjos, que visão bonita, e que paz!! Foi um momento realmente mágico, cheio de energias boas, e nos revigorou! Forças renovadas, continuamos nossa jornada. Havia um trecho para descansar e a Ive e a Bete pararam para nos esperar...rs...os mais lerdinhos....rss. Depois dessa parada rápida continuamos, e umas 18h chegamos no acesso da estrada que dá pra Pousada do Zinco, na verdade para a Fazenda do Zinco, onde tem a pousada e o albergue, a placa é pra esquerda enquanto a placa indicando á Dr. Pedrinho é pra direita, e assim foi, seguimos nosso caminho.

Uma garoa fina insistia, mas o “Quarteto Fantástico” não desistia, e continuava bravamente...rs....por mais 8km. Quando chegamos na porteira principal da fazenda, já havíamos percorridos +/- 4km, até me emocionei, porque estávamos cansados e só faltavam mais 4km que sensação boa, mas quando faltavam 3km vimos que estávamos enganados....rs...começamos a subir sem parar e a estrada se tornava cada vez mais difícil, íngreme, com muitas pedras e escorregadia, muitos trechos tivemos que empurrar nossas bikes, o cansaço já se instalava, a chuvinha não parava e começou a escurecer rapidamente. Todos nós já estávamos muito exaustos, chegou certa hora que eu estava a ponto de jogar a bike morro abaixo e a Ivinha estava já com muitas dores na panturrilha e também pensava em deitar ali e chamar um carro para vir nos buscar, mas nenhum carro passava naquela região. A cada cinco metros parávamos para descansar, o Julio preocupado com a gente tentava nos animar falando de comida, brincava com a gente, mas o cansaço já era extremo. A credito que a mais inteira das meninas era a Betinha....rs. Não tiramos nenhuma foto desse trecho porque nossa preocupação era outra, chegar logo e tomar um belo banho!

Chegamos enfim ao final da subida numa escuridão só, e somente eu e o Julio com luzes no capacete. Continuamos devagar e com muito cuidado, passamos por uma casinha simples com luzes acesas, era na verdade a única iluminada, num lugar deserto, frio e escuro. Não imaginamos que essa era a casa do casal Carlos e Magda que cuidavam do albergue, onde iríamos ficar. Passamos “batido”. Não enxergávamos o albergue na escuridão e tão pouco a pousada. Aproximamos-nos de um galpão e enfim percebemos que estávamos totalmente perdidos, o cansaço era tanto que não conseguíamos mais pedalar e nosso anjo-da-guarda, o Jubis (nome que damos com carinho ao meu maridinho Julio....rs), deixou a gente nesse lugar e foi verificar mais pra frente se havia mais algum lugar onde pudéssemos ficar, já imaginando que iríamos passar a noite ao relento, sem tomarmos um belo banho quente, imaginem nosso sufoco e aflição!!! Nós três ficamos juntinhas para tentarmos nos aquecer, e começamos a comer um pouco de castanhas, mas não conseguíamos para de pensar em como seria, se ficaríamos mesmo dormindo naquele galpão, tinha ali vários maquinários, um caminhão também. Outra nossa preocupação era com o Jubis, morri de medo de que acontecesse algo.

Depois de um tempinho, ele voltou falando que havia encontrado a pousada, mas tudo estava fechado e escuro, já estava muito nervoso e preocupado com a gente, e principalmente por minha causa, porque eu estava com a perna machucada. Muito preocupado falou que iria voltar até aquela casinha com luz acesa e pedir ajuda. Mal sabíamos que ali era sim a nossa salvação....rs. Depois de um longo e interminável tempo que esperávamos, ouvimos um barulho de carro, rapidamente a Ivinha pegou a lanterna e fez sinal...nem acreditávamos. Quando o carro parou e o Jubis e Sr. Carlos (administrador da fazenda) desceram para ajudar a gente nem acreditamos, parecia um milagre...rs....e que alívio.

Chegamos enfim ao albergue por volta das 21h30, um lugarzinho pitoresco, aconchegante e muito lindo, do jeito que imaginávamos quando víamos aquelas casinhas da estrada. Tomamos um belo banho quente e demorado, na verdade tivemos alguns imprevistos com nosso banho, queimou fusível, mas o Jubis deu um jeito, eu tomei até banho de canequinha....rss...no final tudo estava sendo divertido e com certeza lembraríamos desses momentos pra sempre!!

O Sr. Carlos veio nos buscar para levarmos ao Galpão do refeitório, onde seria servido um jantar maravilhoso, tudo feito pela Magda, uma mulher especial com mãos mágicas para comida! Todos sentados e muito emocionados, por estarmos salvos, seguros, com banhinho tomado e com aquela fartura de comida maravilhosa à nossa frente, terminamos o dia com chave de ouro mesmo, regado de muita aventura, desafios, surpresas e companheirismo, isso sim não tem preço. Seu Carlos e a D. Magda são pessoas lindas e maravilhosas, conversaram bastante com a gente, foi tudo perfeito mesmo.

Como havia sido um dia bem cansativo achamos por bem nos presentearmos com um dia de descanso e também aproveitarmos melhor a fazenda do Zinco, então na terça passeamos muito pela fazenda, tiramos fotos das cachoeiras e “Zinco” e a do “Bonito”, limpamos nossas bikes e à noite tivemos mais um delicioso jantar. Mais um dia singular e muito harmonioso, estávamos revigorados e muito felizes, foi tudo perfeito novamente!
Escrito por Ana Paula.
Beijos e braços,

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A primeira vez a gente nunca esquece!

Tem gente que acha que depois de uma certa idade já sabe de tudo ou acredita que não seja capaz de aprender nada novo.

Não existe idade para aprender coisas e muito menos somos conhecedores de tudo na vida, sempre há algo novo acontecendo o tempo todo, a cada minuto... a tecnologia está aí para nos provar exatamente isso!

Enfim...

Na véspera de Natal de 2008 eu resolvi que ia pedalar. Tomei meu café, me troquei, preparei a bike, fiz as minhas orações e voialá, dei rumo ao pedal solitário que eu tanto gosto de fazer. Só que quando saí do elevador não é o pneu dianteiro estava murcho?

Pensei: poxa vida, hoje eu não vou achar ninguém para me ajudar nisso aqui, eu mesma vou ter que por a mão na massa. Mas como? Eu nunca havia feito uma troca de pneu na vida, seja de bicicleta, moto, carro, e até mesmo de algum carrinho de brinquedo... hehehe.

Bom, mesmo assim, de tanto olhar os rapazes trocarem meu pneu e o pneu de outras pessoas que eu resolvi tentar trocá-lo, afinal eu tenho todas as ferramentas necessárias para isso, apenas eu nunca tinha trocado um pneu sequer na minha vida e, lá fui eu!

Vira pneu daqui, vira pneu dali, procura entender como usar a espátula, tenta tirar a câmera e não consegue, depois com muito custo tira a câmera, pega a câmera nova e... como colocar no pneu? Jesusinhomariajosé... Estica câmera dali e daqui e... depois de quase uma hora finalmente eu consegui trocar o pneu sozinha! Mas a minha aparência parecia que eu tinha enfrentado uma guerra! Eu tava mais suja que mecânico carro! Ui!

Eu sempre fui boa observadora, mas sempre tive medo de trocar o pneu, sempre achei que eu iria fazer algo de errado, estragar tudo e depois ter que procurar um mecânico para me ajudar, e pior, ver que ele em menos de 5 minutos iria resolver o meu problema. Ai que vergonha!

Mas infelizmente, eu ainda tive uns problemas com o freio dianteiro e levei mais uma hora para arrumá-lo. Conclusão: resolvi ficar em casa, pois já estava tarde, o sol tava tinindo e eu pensei: se isso aconteceu é porque não é para eu pedalar hoje.

E apesar de alguns momentos de eu querer jogar a bike pela janela (eu moro no 8º andar), ao final da bagunça toda, eu senti super-ultra-hiper feliz, afinal, consegui fazer o que eu mais temia em fazer, e vi que eu realmente posso fazer o que quiser, basta querer... ah e ter muita paciência...

Quem disse que macaca velha não aprende truque novo?????

domingo, 4 de janeiro de 2009

Mais um dia no Circuito Vale Europeu...



9 de novembro de 2008.

Levantamos às 6h, aquela bagunça para ver quem iria primeiro ao banheiro... rs...pois estávamos dividindo o mesmo quarto, tudo para economizarmos...rss...e é bem legal porque fazemos aquela zona...rs.

Descemos pra tomar café, aliás muito gostoso por sinal em um lugar muito aconchegante, preparamos nosso lanchinho de almoço e fomos terminar de arrumar nossas bikes.
Tudo ajeitado e guardado pegamos mais um carimbo em nosso passaporte, nos alongamos e nos dirigimos ao ponto de partida para seguirmos viagem em direção à Indaial.

Todos animados como sempre, pedalávamos tranqüilos até chegar a primeira subidona..ufa..e que subida...rss!!! O visual continuou maravilhoso, que bom gosto tem esse povo, um jardim mais lindo que o outro, casinhas lindas e tão pitorescas! Passávamos e cumprimentávamos todos, uns muito tímidos respondiam, outros se animavam e puxavam uma prosa...rs.

Víamos muitos riachos e cachoeiras por todo percurso e embora sendo trilha, tivemos que tomar cuidado com os carros que circulavam pela região e com os motoristas que dirigiam em grande velocidade.

Em cada seta amarela encontrada, lá estava o Julio e a Ive verificando se o km estava correto e assim as etapas iam se cumprindo.

Paramos no Bar do Gilmar por volta das 11h30 para comprarmos água e comermos nossas frutinhas desidratadas, aliás uma ótima opção de alimentação, e não poderíamos deixar de fazer nosso famoso xixi..rs..nessas horas é que as mulheres sofrem..rs. Nesse bar, as pessoas que estavam lá eram muito fechadas, quando chegamos eles estavam falando português, mas logo mudaram para o alemão, só a atendente falava com a gente em português nesse momento, deu a impressão de que eles não queriam que participássemos de seus papos, como se tudo fosse segredo...rss...sei lá...pura neura...rs.

Seguimos então nosso caminho novamente, sempre com muitas subidas, e nesse dia estávamos um pouco mais cansados, todos sentiram um pouco o ritmo, mas nada melhor que uma pequena cachoeira no meio da trilha para nos refrescarmos e advinha se euzinha não entrou... rss. Tinha que me deliciar pois apesar do céu estar encoberto estava muito abafado. Ficamos ali uns 20min e deu pra relaxar bastante e recobrar as energias... rs.

Estávamos quase chegando ao final de mais um dia de viagem, quando Betinha nos alertou sobre a presença de macacos , faziam um barulho enorme e lá estava o Julio filmando tudo, foi uma emoção muito grande poder compartilhar desse momento especial da natureza, não tínhamos medo e sim ficamos admirados e felizes.

Às 14h fizemos uma breve parada para nosso almoço (lanche) que por sinal estava muito bom, acho que era a fome... rs.

Quase chegando a Indaial tivemos uma bela surpresa, um barulho imenso de uma cachoeira e do rio, ficamos admirando mais esse presente da natureza e não poderíamos deixar de tirar fotos e mais fotos...rs.

Chegamos ao nosso destino, agora era ir procurar onde ficava o hotel onde iríamos pernoitar, o Larsen. Ficamos perguntando para várias pessoas, muitos não conheciam e outros informavam errado. A Betinha ligou para o dono da pousada e ele nos informou como fazíamos para chegar e enfim estávamos lá...rs.

Descemos nossas coisas, tomamos aquele bom e demorado banho... rs...o dono do Hotel liberou a lavanderia para lavarmos e secarmos nossas roupas, e depois saímos para comer, e encontramos um lugar muito saboroso, e quem nos indicou foi um Guarda Municipal, o lugar chama “Torten Hans”, na verdade é uma pequena padaria e divina por sinal....rs. Com todas as guloseimas maravilhosas conseguimos recuperar todas as calorias perdidas nas subidas...rs. Depois fizemos uma breve caminhada para conhecer um pouco do centro e voltamos para o hotel, onde ajeitamos tudo novamente e fomos descansar. Que dia muito bem cumprido!!!

Texto escrito por Ana Paula.
E vamos ficar ansiosos para saber do resto da viagem???? Vamos Ana manda mais textos para nóis!!! ui!
Abraços a todos.